SL Benfica

30/07/2009

JÚLIO CÉSAR, CÉSAR PEIXOTO E A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR

Arquivado como: Reforços — admin @ 00:01

É importante que um treinador tenha na sua equipa jogadores com os quais tenha empatia e nos quais possa confiar, sobretudo se eles não tiverem um estatuto de inequivocamente titulares, como é o caso de Júlio César (já confirmado) e de César Peixoto (aparentemente em trânsito para a Luz.

Nessa perspectiva, confirmando-se, compreendem-se estas duas aquisições. Tanto mais que aquela que já está confirmada diz respeito a um guarda-redes jovem com boa margem de progressão.

Todavia, para um clube que já teve nas suas fileiras o melhor guarda-redes do mundo, numa altura errada (já que o plantel e a equipa dirigente não ajudavam), fica a sensação que os dois Césares pouco ou nada acrescentam ao actual plantel do SL Benfica. A contratação de Júlio César implicará, com custos financeiros, a saída de um dos três actuais guarda-redes. Resta saber qual. Sendo que, até prova em contrário, Júlio César não é melhor que nenhum dos três.

O mesmo se diria de César Peixoto, uma contratação que faz lembrar os fantasmas daqueles jogadores que, à guisa de um Marco Ferreira, ou de um Jorge Ribeiro, por exemplo, chegam um dia à Luz para uma passagem inglória e fugaz, na medida em que vieram para serem apenas mais um em substituição de alguém que era igualmente mais um. Esse efeito, claro, tende a ser tanto mais dramático quanto mais fugaz for a passagem pelo clube do treinador que os contratou.

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